Crítica: Uma Doce Mentira

Crítica: Uma Doce Mentira

 

Estréia essa semana, em Belo Horizonte, o filme Uma Doce Mentira, de Pierre Salvadori com Audrey Tautou (O Fabuloso Destino de Amélie Poulain). O elenco também conta com Nathalie Baye (Prenda-me Se For Capaz) e Sami Bouajila (Nova York Sitiada).

Émilie Dandrieux (Audrey Tautou) é cabeleireira e sócia em um Salão de Beleza onde Jean (Sami Bouajila) trabalha. Certo dia, Émilie recebe uma carta anônima de amor, escrita por Jean, e acaba jogando-a fora. Enquanto isso, sua mãe Maddy (Nathalie Baye) ainda sofre com a separação do seu marido, mesmo depois de quatro anos.

Émilie resolve então enviar a carta que havia recebido para sua Maddy, que se empolga com o possível admirador secreto e começa e esperar mais e mais cartas. Cria-se então um jogo de mentiras, criado por Émilie, que começa a escrever ela mesma as cartas direcionadas a sua mãe, e Jean, que, por raiva de Émilie, começa a sair com Maddy.

Cheio de clichês, o filme segue o esperado, mas acaba tirando alguns sorrisos do rosto. É leve e divertido, e agrada pela sutileza. Destaque para a estreante Judith Chemla, que interpreta Paulette, atendente do salão, que rouba a cena todas as vezes que aparece.

Filme: Uma Doce Mentira (De Vrais Mensonges)

Direção: Pierre Salvadori

Elenco: Audrey Tautou, Nathalie Baye, Sami Bouajila, Séphanie Lagarde, Judith Chemla, Cécille Boland,

Lançamento: 2010 (França)

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