Porque curtimos Robocop

Porque curtimos Robocop

 

Somos fãs dos primeiros filmes da franquia Robocop (1987) e tínhamos um certo receio por um remake, porem a refilmagem de Robocop, não deixou nada a desejar. O filme é bom e vale a pena ver. E o diretor brasileiro José Padilha trouxe um bom filme para as salas de cinemas.

Em 2028, a empresa OmniCorpe enfrenta resistência da população ao querer que os drones sejam usados no combate ao crime nas grandes cidades. É então que Raymond Sellars tem a ideia de criar um robô com consciência humana, de forma a aproximá-lo ao povo. A oportunidade surge quando o policial Alex Murphy sofre um atentado, que o coloca entre a vida e a morte.

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Mas porque curtimos Robocop? Curtimos porque o diretor conseguiu trazer um filme inteligente e discutindo questões atuais, sem deixar de lado a ação que o filme pede. A única coisa que não curtimos do filme foi a trilha sonora, esperávamos algo mais “pauleira”, ao som de um bom Rock. Achamos interessante os carros usados e a nova armadura, que lembraram o filme “Tropa de Elite”. E o jogo político do filme, da forma em que foi passada, foi interessante e não deixou o filme entediante. O legal é que o diretor brasileiro, José Padilha, conseguiu colocar no filme o seu toque, não se deixando levar pelos produtores, e ao assistimos o filme percebemos que realmente tem a direção do brasileiro.

Não somos fãs de remakes, mas temos que dar o braço a torcer e dizer que Robocop é bom e valeu ser feito. Caso ocorra uma continuação, esperamos que siga a mesma linha de raciocínio, para não perder o foco e ficar sem sentido.

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